Camacan - BA, Hora Atual - Data Atual

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História Primeiros habitantes
A Família Pioneira 1898 foi o ano em que Camacan foi fundada, o mesmo ano da Proclamação da Republica. Naquela época, a família do médico JOÃO ELIAS RIBEIRO morava na região do rio Pardo, Canavieiras. Segundo contam, era uma família respeitada, corajosa, e com visão de progresso. As primeiras sementes de cacau plantadas (1ª Expedição) Hora de voltar Depois de ter completado 30 dias, a expedição não dava noticias, então o pai de João Elias preocupado, resolveu ir atrás e ao avistar a turma, percebeu a imensa alegria e o orgulho no rosto de cada um, por serem considerados os primeiros expedicionários com suas historias de terras férteis encontradas e do valioso produto, o cacau, semeada ao longo da caminhada. Nesse período, o cacau era produzido em dois anos. 2ª Expedição. Emoção e lagrimas O inicio da comercialização do cacau Enchente promove nova Expedição A destruição da pior enchente Nesse mesmo ano, eles enfrentaram uma segunda enchente, mesmo assim alguns pés de cacau resistiram à destruição. Em 1906, o avô de João Elias veio passar uma temporada de três meses e começou a desenvolver as primeiras estradas vicinais e cuidar também da plantação. Em 1907 em companhia dos filhos já formados, João Elias os trouxe para que eles desenvolvessem tudo que aprenderam na capital, Salvador. A Emancipação Conta-se que o prefeito de Canavieiras na época Osmário Cavalcante Batista, era contra a emancipação do município, por considerar uma perda na renda de sua cidade. A família Moura então, lutou incansavelmente, na época se dizia até de “unha e dente” com o impedimento articulado por Antônio Carlos Magalhães, no seu primeiro governo. A família Moura não se entendia com ACM. No entanto, para não assinar o decreto de Emancipação, ele viajou, assumindo o seu vice Orlando Moscoso, que finalmente assinara a emancipação de Camacan. Os idealizadores da Festa Camacan e o Cacau A primeira festa Camacan e o Cacau foi realizada em agosto de 1977. Anísio Loureiro, Luciano Santana e os irmãos Boaventura Ribeiro de Moura e Antonio Moura, se uniram e tiveram a idéia de comemorar o aniversário de Camacan bem diferente, onde o trabalhador rural tivesse destaque e por isso, surgiu o torneio da quebra de cacau. Na época, era formada uma comissão que saia as ruas, arrecadando recursos financeiros das empresas compradoras de cacau, bancos, do comércio em geral e até doações em cacau, para realizar a festa até hoje mais popular da cidade e conhecida tradicionalmente em todo o país. Camacan na atualidade Em se tratando de crise, ela sempre existiu e o povo sempre conviveu com ela. Seja econômica ou não. Zonas do Município Água Preta, Piabanha, Mutuns, Umbaúba, Potiraguá, Vargito, São João do Panelinha, Braço do Norte, Lagoas, Panelão. Limites Ao norte, Arataca, Jussari e Itajú do Colônia. Agricultura e Pecuária O Agro sistema tem uma forte relação com o município de Camacan, abrangendo a micro região interligada as cidades de Pau Brasil, Mascote, Santa Luzia, Arataca e Jussari. Juntas produzem cerca de 120 mil sacas de cacau ao ano, o que fortalece e muito o comércio local. Mesmo com a chegada da Vassoura de Bruxa nos anos 90, os produtores encontraram novas alternativas no plantio de café, banana, pecuária (produção de leite), criação de gado, destacando o rebanho de muares. Economia O comércio de Camacan desponta hoje como um pólo importante abrangendo sete municípios totalizando mais de 100 mil habitantes. Essas cidades juntas se tornam um Agro Sistema, que viabiliza a economia da cidade. Segundo informações das empresas compradoras de cacau, cerca de 120 mil sacas de cacau são negociadas ao ano em Camacan. Possui três agências bancárias, Postos do INSS e Receita Federal, Tribunal do Trabalho e vários órgãos estaduais além da CEPLAC. Prefeitos Eleitos pelo povo Boaventura Ribeiro de Moura As mudanças constantes dos governantes Historicamente, o primeiro prefeito de Camacan foi Boaventura Ribeiro de Moura que governou no período de 1961 até setembro de 1966. Depois, foi sucedido por Anísio Vivas Mendes nomeado interventor pelo presidente Humberto de Alencar Castelo Branco. Poder Legislativo – Câmara de Vereadores e os PRESIDENTES O número de vereadores reduziu de 13 para nove. Conforme as normas constitucionais, tendo como base a sua população, o poder Legislativo tem atualmente os seguintes vereadores: Luís Eduardo Malta da Silva (presidente) Ronald José P. Lima (Deco), Oziel R. da Cruz Bastos, Josué Alves Batista, Dr. Rubem Moreira, João Larchert, Carlos Alberto (Betão), Decliton de Deus (Didico) e Nilton Farias Chaves. 01º Presidente- Olegário Ferreira Brito – (1º período: abril/ 1963 a março/1964) e (2º período: abril/1964 a abril/1967.) Fonte: Jornal Folha do Cacau 2005 Mensagem Camacan, por tudo que já representou e ainda representa para a região, é um capítulo muito especial da história do cacau. Um capítulo escrito com a coragem e a determinação de alguns bravos homens, os pioneiros, que se lançaram no desafio de construir roças de cacau no vale do rio Panelão. Não foi um trabalho fácil, pois nunca é fácil transformar sonho em realidade, trabalho em riqueza. Os que aqui chegaram, vieram movidos por muita raça e, acima de tudo, por muita fé. Hoje, passados mais de 100 anos, os camacanenses de todos os sotaques continuam apostando no sonho dos pioneiros, sem contudo abandonar a busca de novos caminhos e novas alternativas. Não somos herdeiros de uma crise, mas herdeiros da esperança de novos tempos. (João Eduardo Becker) HISTÓRICO DE CAMACAN Etimologicamente Camacan significa terras elevadas. Tem origem na tribo Camacã da subtribo Mongoió da raça Tupy (Pataxó hã-hã-hãe). No princípio, uma região de mata, um território fértil, próximo dos rios Panelão e Água Preta, que deságuam no rio Pardo. Em 1889, os irmãos Antônio Elias Ribeiro e Manoel Elias Ribeiro, com gênio empreendedor dos desbravadores, aqui chegaram com a intenção de disseminar a lavoura cacaueira. Mais tarde, ali onde viveram os índios Camacãs, começariam a prosperar os cacauais. O apossamento das terras dos índios Camacãs desencadeou violentos conflitos entre os silvícolas e os desbravadores, terminando em extermínio ou expulsão da população indígena que aqui vivia. O povoado de Camacan teve início principalmente na zona do Vargito, onde os irmãos desbravadores decidiram plantar o fruto de ouro nas novas terras. A partir, daí as roças de cacau se tornaram maiores e mais numerosas no vale do rio Panelão, espalhando-se por zonas circunvizinhas, ganhando novas terras férteis e fazendo a riqueza de muitos pioneiros, como: as famílias Ribeiro, Vargens, Loureiro e Moura. Assim, em torno da cultura do fruto de ouro, alicerçou-se a jovem cidade, com data de fundação em 30 de agosto de 1961, através da Lei Estadual nº1.464, publicada no Diário Oficial de 1º de setembro de 1961, passando a vigorar no dia 07 de abril de 1963. ASPECTOS FÍSICOS E GEOGRÁFICOS A área territorial do município de Camacan é de 667 KM2 e está localizada na microrregião homogênea nº154, do sul do Estado da Bahia, também conhecida por microrregião cacaueira juntamente com outros 28 municípios produtores de cacau, destacando-se entre eles: Camacan seguido dos municípios de Ilhéus e Itabuna, fazendo parte do polo da Micro Região cacaueira, os municípios de Almadina, Arataca, Aurelino Leal, Barra do Rocha, Barro Preto, Belmonte, Buerarema, Canavieiras, Coaraci, Firmino Alves, Floresta Azul, Gandu, Gongogi, Ibicaraí, Ibirapitanga, Ibirataia, Ipiaú, Itacaré, Itagibá, Itajú do Colônia, Itajuípe, Itamari, Itapé, Itapebi, Itapetinga, Jussari, Mascote, Nova Ibiá, Pau Brasil, Santa Cruz da Vitória, Santa Luzia, São José da Vitória, Teolândia, Ubaitaba, Ubatã, Uruçuca, Wenceslau Guimarães e Una. Localiza-se a 15º 24’ sul - longitude 39º 30’ oeste. Camacan está também dentro da região Nordeste do Brasil. Seu relevo apresenta características bastante diferenciadas, sendo montanhoso e ondulado pertencendo às zonas periféricas da grande bacia do Sudeste Baiano. Trata-se de região predominantemente montanhosa, com altitudes médias variando entre 200 a 400m, onde estão inseridas florestas altas e densas, ricas em madeira de lei. O clima é quente e úmido, sem estação definida. Apresenta um índice pluviométrico superior a 1.300m ao ano. A temperatura anual oscila entre 17,6 e 33ºC e a umidade relativa do ar situa-se em torno de 80%. Outrora, Camacan encontrava-se transformada em intensas roças de cacau, formando áreas de sub-bosques, o que caracterizava a vegetação, não só do município, mas de toda a região. A lavoura cacaueira ainda não se refez totalmente da crise desencadeada pela “vassoura-de-bruxa”. Onde havia prosperidade e abastança, instalou-se o desemprego, o êxodo rural e urbano, o declínio e o empobrecimento de toda uma região, trazendo com isto o desequilíbrio econômico e social do nosso povo. O governo municipal, juntamente com a CEPLAC/UESC e outros órgãos na área de pesquisa científica dos vegetais, buscou e ainda busca, soluções alternativas para o melhoramento sócio-econômico da região que outrora, contribuía decisivamente na economia do Estado com o comércio e exportação do cacau. E nesta busca, surgiu então o Cacau Clonado. ZONAS DO MUNICÍPIO DE CAMACAN 1 - Zona do Água Preta 2 - Zona do Piabanha 3 - Zona dos Muntuns 4 - Zona da Umbaúba 5 - Zona de Potiraguá 6 - Zona do Vargito 7 - Zona do Panelinha 8 - Zona do Braço do Norte 9 - Zona das Lagoas 10 - Zona do Panelão Obs.: Essas zonas foram agrupadas de acordo com o clima, relevo e vegetação. DISTRITOS DO MUNICÍPIO a) São João do Panelinha b) Novo Itamarati (Biscó) c) Leoventura d) Jacareci LIMITES DE CAMACAN Ao Norte - Arataca, Jussari e Itajú do Colônia Ao Sul - Potiraguá Ao Leste - Santa Luzia e Mascote Ao Oeste - Pau Brasil REDE HIDROGRÁFICA Rio Pardo - banha todo o sul do município, servindo como divisor entre os municípios de Camacan, Mascote e Potiraguá. Rio Panelão - banha todo o município e deságua no rio Pardo. Rio Panelinha - maior afluente do rio Panelão, banhando a parte leste deste município. Diz uma lenda indígena que esses rios receberam estes nomes porque quando um índio adulto morria, era praticado um ritual para os cortejos fúnebres, onde se embalsamavam os corpos com ervas especiais e os lacravam em urnas funerárias feitas de barro cozido que eram jogadas às margens do rio de maior leito. Este rio passou a chamar-se Panelão, pelo fato de receber em suas águas as urnas maiores. E os Curumins (índios crianças) eram embalsamados em urnas menores lançadas às margens do rio menor que passou a chamar-se rio Panelinha, por receber as “panelas menores”. CLIMA Clima do município de acordo com a classificação do KOPEN apresenta: Temperatura máxima em média 33ºC (trinta e três graus centígrados). VEGETAÇÃO A grande riqueza vegetal do município era representada pela produção de cacau, cientificamente chamado THEOBROMA CACAO. Foi citado pela primeira vez na Literatura Botânica pelo estudioso Charles L’Ecluse, que o chamou de “Cacao Fructus”. Antes de ser denominado como “Theobroma Cacao”, conforme é conhecido atualmente, foi descrito por Lineu com a designação de “Theobroma Fructus”. Na Bahia, foi introduzido em 1746, pelo colono francês Frederico Warneaux, trazendo do Pará as primeiras sementes que foram plantadas por Antônio Dias Ribeiro, na Fazenda Cubículo, na margem direita do rio Pardo, onde se situa hoje o município de Canavieiras. Encontramos também madeira de lei para extrativismo; lavoura de seringueira, o cultivo de cravo-da-índia, (uma árvore alta e ornamental da família das mirtáceas). Seu fruto seca e as flores são pequenas, róseas e hermafroditas, contendo óleo da qual se desprende aroma intenso empregado na indústria de perfume. É muito comum na cozinha brasileira, como tempero, em bolos e doces. Sua madeira é de excelente qualidade. O cravo-da-índia é bem cultivado em muitas zonas da região Sul da Bahia e começou a surgir no município de Camacan. Na Fazenda da Auxiliadora, a poucos quilômetros da sede, há um cultivo de craveiros de aproximadamente mil árvores que, apesar de estar ainda em estágio de formação, já apresenta resultados positivos. AGRICULTURA E PECUÁRIA A Secretaria da Agricultura vem incentivando a cultura de subsistência, com plantações adequadas ao clima e ao relevo. A Fazenda Egito, de propriedade da prefeitura, possui Horta Comunitária, com famílias carentes cadastradas, que trabalham os lotes de terra, recebendo também ferramentas tais como pás, enxadas, cavadores, facões, etc. O município de Camacan possui empresas pecuaristas com uma área de pastagem de 1.000 hectares, para uma considerável população bovina. Embora o município seja produtor, eminentemente de cacau, o seu solo e clima prestam-se muito bem para o desenvolvimento das culturas do guaraná, café, seringueiras, cravo-da-índia, mandioca, arroz, feijão, banana e outras plantações que já começam a surgir, prometendo bom desenvolvimento e a clonagem do cacau já começa a se transformar em uma realidade para combater a crise do cacau. Visando a implantação de novas culturas, e micro-empresas em nosso município, o governo Estadual já mantém linhas de créditos a prazo e juros compatíveis. ESTRUTURA SÓCIO CULTURAL No início, o crescimento populacional de Camacan ocorreu de uma maneira global o que se verificava era um crescimento urbano muito rápido em virtude do deslocamento da população rural para a zona urbana. Em decorrência havia uma desigualdade na distribuição populacional, com o aglomeramento bem mais intenso na zona urbana. Há bem pouco tempo o município possuía uma população global de 50.000 habitantes distribuídos da seguinte forma: 28.000 na sede do município e 22.000 na zona rural. A população da cidade é constituída de imigrantes, vindos de outros municípios do Estado da Bahia, de outros Estados e países. Em 1995, houve um grande êxodo, provocado pela crise do cacau, que desempregou muitos pais de família, que tiveram de migrar para cidades turísticas vizinhas, ou de outros Estados. Com isso houve uma grande redução na população do município. Segundo dados apresentados pelo IBGE em 2007, a população camacanense é de 30.289 habitantes. Camacan possui serviço de abastecimento de água potável efetuado pela Embasa, com dois reservatórios. Quanto à assistência médico-hospitalar, o município dispõe de vários médicos, nove postos de saúde distribuídos entre a sede e os distritos, um Centro Municipal de Referência e Diagnóstico, clínicas particulares odontológicas, médicas e de fisioterapia, além de laboratórios de análises clínicas. RELIGIÃO Camacan é uma cidade de índole profundamente religiosa. Sua primeira igreja surgiu, quando os pioneiros aqui chegaram e o povoado simples foi se formando. Havia muitas desavenças e grande quantidade de feitores. E em horas de angústia, desespero, e cenas de homicídios, o povo se valia do santo protetor dos guerreiros, São Sebastião. Como resultado de tanta prece e promessas, a devoção pelo santo foi tornando-se cada vez maior, chegando ao ponto de ser escolhido como padroeiro do lugar. Testemunhos de fé são realizados na Igreja Matriz de São Sebastião e nos demais templos evangélicos. INDÚSTRIA E COMÉRCIO O município conta com uma fábrica de vestuário a Malwee e pequenas indústrias de confecções, sofás e artesanato, a Cerâmica Mongoió que fabrica de telhas, manilhas e tijolos; indústria de geléia de cacau, aguardente e de calcário, fábrica de palmito, farmácias, padarias, escritórios contábeis e advocatícios, lojas diversas, supermercados, armazéns de cacau, restaurantes, bancos (Baneb, Bradesco, Banco do Brasil e Banco do Nordeste), e outras empresas comerciais. COMUNICAÇÃO Camacan dispõe de uma área de comunicação integrada ao sistema brasileiro de telefonia com sistema DDD (Discagem Direta à Distância) e DDI (Discagem Direta Internacional) a responsabilidade da TELEMAR, Conta também com a telefonia celular, com a implantação de diversas operadoras. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos mantém uma agência postal telegráfica na cidade. Os sinais de TV gerados pelas estações de TV Santa Cruz (Rede Globo) Cabrália (Rede Família) e Rede Record são captadas normalmente, através da repetidora instalada nos limites do município, (Serra Bonita). Ou através de antenas parabólicas, e TV a cabo que captam canais de TV, do Brasil e do mundo. A cidade possui ainda uma emissora de rádio, a Regional Sul FM e uma sonorização urbana – A Voz do Progresso. Possui também dois provedores de Internet e várias empresas de acesso a rede internacional de computadores, escolas de Informática e um Infocentro. TRANSPORTES Somente em 1932, por força de Dr. João Vargens, abriu-se a primeira estrada nas margens do rio Pardo, atual município de mascote, por cerca de 25 Km2, nas proximidades da região do Vargito. Mais tarde, por volta de 1946, esta estrada teve prosseguimento, ligando o município de Camacan com todos os demais municípios da região sul e, por conseguinte com todo o Estado. Em 1973, foi inaugurada a BR 101, que muito beneficiou a região. A cidade de Camacan, atualmente é servida por empresas rodoviárias que estabelecem ligação com os municípios vizinhos, outras cidades mais distantes do Estado, e do país. Na área urbana, circulam os coletivos das empresas Viação Camacan e Recreio, servindo a população com o percurso centro-Panelinha passando pelo terminal rodoviário. O transporte de carga pesada é feito por caminhões das empresas vinculadas ao comércio de cacau e particulares. A cidade está ligada à Br 101, através de vias asfaltadas que dista aproximadamente 4 KM do centro. As vias asfaltadas, que ligam Camacan a toda a parte do Brasil trouxeram grandes vantagens ao escoamento da produção da região. A distância entre Camacan e Salvador é de 526 Km. Dos municípios vizinhos: Canavieiras, 90Km; Santa Luzia, 28 Km; Itabuna, 88 Km; Itajú do Colônia, 60 Km; Mascote, 34 Km; Pau-Brasil, 24 Km e Potiraguá 61 Km. Para o Rio de Janeiro a distância é de 1.411 km, para BH 1.000 Km, São Paulo 1.703 Km e para Capital Federal, de 1.992 Km. EDUCAÇÃO No município de Camacan, a Educação é efetuada do pré Escolar ao Ensino Fundamental e Ensino médio, nas redes Municipal, Estadual e Particular. Camacan conta um Colégio Municipal com Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série, escolas estaduais de Ensino Fundamental e Ensino Médio. No município temos ainda 26 escolas, na zona rural Nos distritos temos: G. E. Boaventura Ribeiro (Leoventura); G. E. Rui Barbosa (Jacareci); G. E. Clériston Andrade (de 1o a 8o séries) e G. E. Aida Nô da Silva (São João do Panelinha). Conta com 07 creches para atender crianças na faixa dos 02 aos 04 anos de idade, residentes na sede e distritos, onde recebem alimentação, assistência médica e atividades lúdicas e orientação educacional dentro dos parâmetros da Educação Infantil. O município conta com 5.898 alunos matriculados no Ensino Fundamental das escolas públicas municipais de acordo com o censo escolar 2007. E 624 nas classes de Alfabetização, 46 nas de prontidão e 601 nas Creches (turmas de Maternal e Infantil I e II). Nas escolas das redes estadual e particular, de acordo com o IBGE de 2006 os dados são os seguintes: Ensino fundamental, 1.322 alunos matriculados nas escolas da rede estadual e 437 na particular. Ensino médio estadual, 1.316 matriculados e no Ensino médio da rede particular 14, E no Ensino pré-escolar da rede particular 471 alunos matriculados O Município conta ainda com três Faculdades de Educação a distância, particulares a saber: FTCead, Unifacs e EADcom, que junto com a UESC, está formando nossos jovens e capacitando nosso professores. DIRIGENTES DE CAMACAN O primeiro prefeito de Camacan foi o Sr. Boaventura Ribeiro de Moura, que governou de 1961 até setembro de 1966. Foi sucedido por Anísio Vivas Mendes nomeado interventor pelo presidente Humberto de Alencar Castelo Branco. Em 1967, passou o poder para o Sr. Eutácio Carlos de Araújo eleito em 15 de novembro de 1966. Em maio de 1970, assume o cargo de prefeito interino, Dr.Antônio Osvaldo Valverde (Presidente da Câmara). Em 2 de junho deste mesmo ano, assume o Dr. Diogo Lopes dos Anjos, que ficou no poder até dezembro, sendo seu sucessor Dr. Flaviano de Jesus filho, que governou durante dois anos. Depois a prefeitura foi administrada pelo Padre Auxêncio Costa Alves, que tomou posse no dia 1o de fevereiro de 1973. Em 15 de novembro de 1976, foi eleito o Sr. Luciano José de Santana, que administrou até o início de 1983. Em 15 de novembro de 1982, o Sr. Anísio Sabino Loureiro Filho foi eleito prefeito. Em 1986, retorna o Sr. Luciano José de Santana eleito em 15 de novembro do mesmo ano, ficando no cargo por seis anos. Em 1992, o povo elege o Sr. Anísio Sabino Loureiro Filho, que administra a prefeitura por dois anos tendo que se ausentar do cargo por motivos de saúde. Assume o Vice-prefeito Dr. Jaquisson de Deus Guimarães que governa interinamente por sete meses. Com o falecimento do prefeito titular, o Sr. Anísio Sabino Loureiro Filho, em janeiro de 1996, o Vice-prefeito Dr. Jaquisson de Deus Guimarães, renuncia ao cargo para disputar a eleição majoritárias do mesmo ano. Com isso assume a prefeitura o presidente da Câmara o Sr. Manoel Messias André da Rocha. No mesmo ano nas eleições majoritárias para prefeito, se consagra vitoriosa e de maneira histórica a Srª. Débora Carvalho Borges Santos, liderando a coligação: “A vontade do povo” e tornado-se assim a primeira mulher a governar o município de Camacan. A prefeita Débora Carvalho Borges Santos foi sucedida pelo Sr Erivaldo Nunes que governou por quatro anos, sendo sucedido pela Srª Débora Carvalho Borges Santos, atual prefeita. Nesta mesma eleição foram eleitos os seguintes vereadores, Carlos Alberto dos Santos (1o Secretário) Déclinton Antônio de Deus Santos João Oliveira Lachert Josué Alves Batista (Presidente) Luiz Eduardo Malta da Silva Nilton Farias Chaves (Vice-presidente) Oziel Rodrigues da Cruz Bastos (2o Secretario) Ronald José Pereira Lima Rubem Moreira Santos PODER LEGISLATIVO O poder legislativo é exercido por 9 (nove) vereadores, em conformidade com as normas constitucionais, tendo como base a sua população. A administração da Câmara Municipal é exercida por uma mesa Diretora, composta dos seguintes membros: 1 - Presidente; ESTRUTURA ADMINISTRATIVA O sistema administrativo do município de Camacan é constituído dos seguintes órgãos subordinados ao prefeito; conforme lei no 384/96: Órgãos de Assessoramento da Prefeita: Gabinete da Prefeita; AUTORIDADES CONSTITUÍDAS Juízes e Promotores: Vara crime – Dra. Lizianni de Cerqueira Monteiro ASPECTOS CULTURAL ESPORTIVO E SOCIAL O município possui uma Biblioteca Pública, um clube social particular, associações diversas, um clube de serviço: o Lions Clube de Camacan, uma Loja Maçônica e uma RPPN, a Reserva da Serra Bonita. Sob o incentivo e fomento da Prefeitura Municipal, através de sua Diretoria de Cultura, vários grupos de teatro foram formados a partir de cursos de artes cênicas promovidos com a parceria do Governo do Estado. No esporte, contamos na sede com ginásio com capacidade para 3.000 pessoas, quadras de esportes e vários campos de futebol distribuídos pela sede e municípios. E como destaque, o Estádio Ribeirão, que possui um dos melhores gramados do Estado. O município conta também com academias de ginástica, dança e capoeira. Na área musical, além de Escolas de Música que iniciam crianças jovens e adultos nos acordes dos teclados e violões, contamos com seresteiros, cantores e também com várias bandas, que se destacam inclusive fora do Município. FONTES IBGE |